quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Serra da Peneda – À … Rajada, na serra da Peneda!

( Gavieira, rio Grande, Couto da Carrelcã, Panasqueira, Poleiro, Pedra Rajada, Fragas da Carmona, Chã do Monte, alto da Penameda Pequena, Poldas do rio Pomba, corga das Teixas, Gavieira)


Datas ……………….…16 e 23 de Novembro 2013
Distâncias Percorridas ……cerca de 14 e 12,5 km

          Foram dois belos passeios, numa zona de vales impressionantes e majestosos enrocamentos graníticos. Deu ainda para conhecer outros “Bichos”- do-mato e da montanha, cuja existência desconhecíamos. Foi também uma boa oportunidade, para rever companheiros, e muita gente que cultiva o apreço e o respeito pela montanha.
          O roteiro da marcha, incluía a subida ao topo da Pedra Rajada (PR) e ao cabeço da Penameda Pequena (PP) que por si, justificam todas as expectativas. O percurso do dia 16, deu ainda para explorar as Fragas da Carmona, de cujo local, apesar do frio e do vento, estivemos a observar a escalada que se desenvolvia na fraga da Meadinha. Com as lajes húmidas, a subida ao topo daquelas fragas, não é atividade recomendável, podendo ser perigosa. Para encurtar o percurso, atalhamos por um trilho que a vegetação esconde, na íngreme encosta sobranceira à Gavieira, derivando posteriormente, até atingir os miradouros naturais, que vão surgindo na zona da Panasqueira. Continuamos, pelo Poleiro, área já mais aplanada, na rota do primeiro objectivo.
          O “ Maka…… “ encarregou-se do planeamento e de introduzir as alterações no segundo percurso, melhorando a forma de atacar as subidas, para que o grupo as fizesse na totalidade, esmerando-se neste e noutros aspectos, dado que a “madrinha” estava presente e tínhamos informações seguras, de que iria proceder à avaliação do seu desempenho, no semestre que está a terminar.
          A primeira subida, foi com destino ao cimo da PR. No topo, as vistas são largas, convidando a recordar outras marchas, que recentemente foram levadas a cabo nas redondezas. Conforme o combinado, um de nós subiu primeiro, com o objetivo de ajudar a transpor o último degrau, nao havendo memória recente, de termos “dado a mão” a tanta mulher, num tão curto espaço de tempo… Continuamos a marcha para a Chã da Fonte, onde está o pântano, local que justifica sempre uma paragem, nem que seja para almoçar. Regressamos à senda, pelo caminho dos romeiros que vêm dos lados de Monção, até próximo de uma pequena portela que se forma perto da base do Penameda Grande, caminhando então, para a base do segundo objectivo. Depois das indispensáveis fotos para a posteridade, regressamos pelas poldras do rio Pomba, que muito romeiro atravessou, subindo na direção de S. Bento do Cando. Num cruzamento de trilhos, seguimos pelos caminhos que acompanham a margem direita do Rio Grande, donde a espaços, fomos espreitando os rápidos, aproximando-nos da travessia das poldras, na linha de água que vem da corga das Teixas, último obstáculo até ao ponto de partida. A partir daqui, foi um pulinho até à Gavieira, confraternizando em Rouças, já com o sol a esconder-se, motivo que nos levou a aconchegar-nos em torno do recuperador de calor. Parabéns ao João, pelo excelente trilho.


































































terça-feira, 8 de outubro de 2013

Serra da Peneda.


Rouças – Rufe – Muranho – corga da Baja – alto da Pedrada – Seida – Fragas do Ramisquedo – alto do Costeiro – Buzgalinhas – Gavieira – rio Grande -Rouças


Data………………………………………...2013.10.05
Distância percorrida………………….cerca de 17 km

            Foi uma bela jornada de montanha, na companhia de alguns amigos que a foto de “família” documenta. O traçado do trilho ficou a cargo do JV, que consegue conciliar a procura dos mais recônditos lugares da serra com as mais belas paisagens e também, algumas surpresas.
            Do café de Roucas, rompemos encosta acima até ao cabeço de Rufe, ou de Runfe, para alguns, onde se situa a única branda de gado, pertencente a Tibo, há muito abandonada. O curral, fica perto do ponto mais elevado do cabeço, que aparece identificado, nas cartas mais antigas. Avançamos para o Muranho (branda de gado de Adrão), cuja nascente nunca a vimos secar, talvez a única da serra, nestas circunstâncias. Há outro local, denominado Maranho, perto do cabeço da Bragadela, onde se situa o fojo de Cabreiro, com o poço virado à Seida.
            Subimos para o alto da Pedrada, atravessando a corga da Baja, “entalados” entre o alto da Derrilheira e o Outeiro Maior.
            Depois das fotos, iniciamos a descida para o Fojo do Soajo, continuando até à branda da Seida que pertence a 3 lugares do Soajo ( Paradela, Cunhas e Várzea). Com mais de metade do percurso efetuado, fomos progredindo pelas Fragas do Ramisquedo e pelo alto do Costeiro, observando a cabeceira do regato da Feicha, onde há indícios de um possível circo glaciar. A corta mato, descemos para o Couto da Pinheira.
            A parte mais complicada do percurso, iniciou-se a depois de termos cruzado com o caminho para a Junqueira, até aos primeiros campos das  Buzgalinhas. Há que atravessar uma pequena encosta, a corta mato, com vegetação alta e desníveis frequentes. Finalmente, descemos à Gavieira, para uma paragem técnica na pastelaria de Roucas, que nos pareceu o local mais adequado para rematarmos a marcha.